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domingo, 21 de novembro de 2010

Vídeo: O Valor de um Relações Públicas

Vídeo desenvolvido pelos alunos do 6 período do Curso de Relações Públicas da Unibrasil em novembro de 2009, com a intenção de destacar algumas funções desenvolvidas pelos profissionais da Área.



Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=c9cL7DlM_74

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

FIFA e a iniciativa das Relações Públicas


A Fifa (maior entidade do futebol), cobrada para fazer mais projetos beneficentes em países considerados pobres, aproveitou a realização da última Copa do Mundo para pôr em prática um projeto envolvendo seus RPs.

Em Alexandra, uma favela considerada barra-pesada de Johannesburgo, África do Sul, foi escolhida pela Fifa para o lançamento de sua principal iniciativa de relações públicas durante a Copa, o "Football for Hope" (futebol pela esperança).

Num campinho de futebol, próximo a ruas com barracos, pobreza, a entidade anunciou um torneio que reuniu jovens de vários países, agrupados em 32 seleções. O torneio foi realizado entre os dias 4 e 10 de julho, véspera da final da Copa de 2010.

Neste ano, a Fifa se mostrou mais preocupada em deixar um legado social, para rebater às críticas que recebeu durante o maior evento do futebol.

A principal crítica estava relacionada com o preço dos ingressos, altos demais para a maioria dos sul-africanos. Teve também muita insatisfação quanto à obsessão por proteger as marcas dos patrocinadores da Copa, que afastou milhares de vendedores ambulantes das proximidades dos estádios.
Alexandra não foi escolhida à toa. Com 500 mil habitantes espremidos em 8 km2, registra altos índices de desemprego e criminalidade. A região assusta a elite de Johannesburgo sobretudo por estar colada a uma área nobre da cidade, Sandton.

As regras e as montagens das equipes foram feitas de forma que conseguissem uma inclusão e mensagem de paz. Um time contou com jovens de Israel e Palestina, outro de Bósnia e Sérvia, que estiveram em guerra nos anos 90.

A equipe da Austrália teve filhos de imigrantes (a xenofobia é um problema crescente no país). Uma equipe mesclada com adolescentes de Santana do Parnaíba (SP) e do Maranhão representou o Brasil no campeonato.

Foram jogos no estilo de futebol de cinco, com 12 minutos de duração. Contando reservas, cada delegação podia contar com oito atletas, metade de cada sexo. Para incentivar o espírito que os RPs pretendiam, não houve a participação de árbitros, com isso, as decisões eram tomadas de formas amigáveis e de bom senso .

A Fifa investiu US$ 4 milhões no torneio. Outras iniciativas de relações públicas da entidade foram feitas no país, como a construção de 52 campos de futebol com grama artificial em áreas carentes.


Comentário Mozaico: ação feita pelos RPs da FIFA que poderia servir de exemplo para todos.
Postado às 16:13 de 03/11/10

sábado, 13 de novembro de 2010

Correio do Brasil: Currículo do curso de relações públicas terá novas diretrizes

16/7/2010 12:57,  Redação, com ABr - de Brasília

Uma revisão curricular deverá definir diretrizes mais específicas para o curso de relações públicas, que atualmente conta apenas com aquelas estabelecidas para o de comunicação social. O objetivo é atualizar o perfil do profissional da área.
Para subsidiar o trabalho de revisão, a Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação constituiu uma comissão de especialistas, presidida por Margarida Maria Krohling Kunsch, professora do curso de comunicação organizacional da Universidade de São Paulo (USP).
A comissão terá o prazo de 150 dias para elaborar uma proposta a ser encaminhada ao Conselho Nacional de Educação (CNE), órgão responsável pela aprovação das diretrizes curriculares dos cursos de graduação.
A comissão realizará uma consulta pública pela internet para receber as contribuições dos segmentos interessados – acadêmicos, profissionais do setor e sociedade civil. Após a consulta, serão realizadas audiências públicas, abertas à participação de entidades representativas do setor.
A consulta receberá sugestões sobre três questões: o perfil desejável do profissional de relações públicas diante das transformações políticas, culturais, sociais e tecnológicas contemporâneas; as competências a serem adquiridas na formação superior, e os mecanismos e instrumentos de formação do profissional pela academia.
As sugestões podem ser encaminhadas para a comissão por mensagem Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. eletrônica, até o dia 15 de setembro de 2010. A comissão foi constituída pela portaria 595/2010, em 24 de maio de 2010.
Além da presidente, compõem a comissão os professores especialistas: Cláudia Peixoto de Moura, Ésnel José Fagundes, Márcio Simeone Henriques, Maria Aparecida Viviane Ferraz, Paulo Roberto Nassar de Oliveira e Ricardo Ferreira Freitas.
Margarida Maria Krohling Kunsch é professora titular da USP. Livre-docente em teorias e processos de comunicação institucional, doutora e mestre em ciências da comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Bacharel em comunicação social – relações públicas pela Faculdade de Comunicação Social Anhembi. Docente dos cursos de graduação e pós-graduação, presidente da Comissão de Pós-Graduação e coordenadora do curso de pós-graduação lato sensu de gestão estratégica em comunicação organizacional e relações públicas da ECA-USP.
A revisão das diretrizes curriculares dos cursos de graduação teve início em 2009, com o curso de jornalismo. A proposta apresentada pela comissão presidida pelo professor José Marques de Mello foi encaminhada pela Sesu ao CNE e está sendo avaliada pelo órgão.

Fonte: http://correiodobrasil.com.br/curriculo-do-curso-de-relacoes-publicas-tera-novas-diretrizes/170253/ às 18:21 - 13/11/2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

RP no esporte

Essa foi uma iniciativa interessante e bem pensada por um aluno de relações públicas da cidade de Londrina. Fã de esportes, morador da cidade, aluno de RP, ele juntou tudo isso e achou o tema que considerou o ideal para fazer seu TCC.
Além de poder realizar seu trabalho, colaborou para a divulgação da equipe de handebol local (UniFil/FEL/Sercomtel),uma das principais do país na modalidade e aproximou a cidade das equipes esportivas locais.

Para mais informações sobre esta ação, acesse:
http://relacoespublicasnoesporte.blogspot.com/ 

Comentário Mozaico: uma iniciativa interessante realizada por um aluno de RP da cidade de Londrina que resultou tanto na conclusão de seu curso com também na divulgação do esporte em sua cidade.

Postado às 11:52 de 12/11/10

sábado, 6 de novembro de 2010

O mercado de RP no Brasil! - @gabriela_moura

Algumas semanas atrás o relações abriu a sua fan page no Facebook! A partir de então vocês podem acessar todos os posts do relações por lá, comentá-los, divulgá-los para sua rede e inclusive interagir com a gente. Na fan page criamos um tópico de discussão perguntando o que você quer ler aqui no relações, e, em poucas horas a @gabriela_moura já deixava uma sugestão: “Mercado de trabalho”. Em tempos de Capitão Nascimento, “Missão dada é missão cumprida!”, e lá fomos nós.
Resolvi então perguntar aos presidentes das duas maiores agências globais de RP no país, Burson-Marsteller e Edelman, como eles enxergam e quais as perspectivas do mercado de trabalho para os profissionais de Relações Públicas no Brasil!


Ambos concordam que o mercado de RP está crescendo bastante principalmente em função do desenvolvimento/amadurecimento do país. Concordam também que as mídias sociais estão aí e tendem a desenvolver ainda mais o mercado das RPs uma vez que exigem a integração de diferentes formas de se comunicar para diferentes públicos. É muito interessante, porém, ver o que os leva a afirmar e apostar no crescimento da área. Abaixo transcrevi as respostas, vejam:

Ronald Mincheff – Presidente da Edelman do Brasil
O mercado de RP está em ascensão e deve crescer nos próximos anos, sobretudo com a popularização das mídias sociais.
Neste momento em que as marcas precisam promover engajamento com diversos públicos e investir no bom desenvolvimento de conteúdo, o profissional de RP  passa a ser mais valorizado. Somos quem de fato tem expertise para alinhar a comunicação de uma companhia integrando ações offline e online. Também somos quem melhor pode prever e gerenciar crises em todos os ambientes, além de contribuir para que a empresa promova ajustes internos que melhorem inclusive o atendimento ao consumidor. Prevejo um momento de muitas conquistas, mas os profissionais devem se preparar para um mercado mais complexo e ágil.
Francisco Carvalho – Presidente da Burson-Marsteller no Brasil
Na minha opinião, o mercado de Relações Públicas está em franca expansão no Brasil e tende a conquistar uma posição cada vez mais estratégica dentro das organizações. Todos os índices macroeconômicos demonstram que o Brasil terá um crescimento acelerado nos próximos anos. O impacto desse progresso se dará sobretudo em setores de infraestrutura, energia, siderurgia, Telecom e mercado financeiro, entre outros. Em sua grande maioria, esses setores são altamente regulados e exigem um planejamento estratégico e uma comunicação eficientes, tanto para dialogar com as comunidades e os líderes de opinião quanto para se comunicar apropriadamente com autoridades governamentais e regulatórias. Diálogo, na verdade, é a palavra-chave que marca essa nova era revolucionária da comunicação. Diálogo nas mídias sociais, diálogo com funcionários e com autoridades. Enfim, diálogo com os principais stakeholders como princípio de sustentabilidade empresarial. E ninguém melhor do que o profissional de Relações Públicas para criar esse diálogo entre a empresa e a sociedade. Afinal, faz parte de nossa genética profissional saber comunicar e ouvir, saber gerenciar expectativas, demonstrar a função social e atuação responsável das organizações, buscar e antecipar as mudanças na sociedade.

Para mim o interessante das respostas é perceber que ambos salientam a importância do profissional de Relações Públicas na estratégia de comunicação de uma empresa, em função deste ter visão ampla e capacidade de integrar as diversas plataformas de comunicação. Além disto, o Francisco toca em um ponto bastante delicado, os setores de nosso país que tendem a crescer mais e a importância que estes segmentos devem dar à comunicação, principalmente com o governo (as famosas Relações Públicas Governamentais), algo ainda pouco difundido no Brasil.

Por que Relações Públicas? - by Anne

 Ao lado de saber das Relações Públicas, deve-se conhecer o contexto do ambiente atual. Primeiro identificar o Brasil como sociedade com alterações políticas, econômicas e tecnológicas. Depois saber que há cenários de concorrência dificultando o destaque da profissão, além dos riscos eminentes de problemas. No Brasil, os modelos de gestão não mudam como as transformações e mudanças externas. Também, a COMUNICAÇÃO ainda não é compreendida como um PROCESSO ESTRATÉGICO de apoio aos negócios, estando com o viéis midiático. A vulnerabilidade do ambiente externo tem a ver com: problemas com a qualidade de produtos e serviços; moral e valores enfraquecidos; problemas ambientais e catástrofes; criminalidade e violência; desigualdade social. Quanto a vulnerabilidade do ambiente interno, tem-se: fraudes contábeis; assédio (moral e sexual); falta de transparência na informação. Os desafios para a sociedade previstos atualmente são o crescimento e envelhecimento da população; urbanização; demanda energética e proteção climática; globalização e mercados emergentes. Como o Brasil tem cada região diferente, sendo o país mais diversificado do mundo, o olhar do relações-públicas deve ser local, levando em conta o estilo de vida para adaptar a política estratégica e não sufocar o povo. Analisando o interno e o externo, faz-se as decisões. A comunicação nos anos 70/80 baseava-se na publicidade, em que grandes campanhas destacavam o produto e o serviço. Nos anos 80/90 havia a influência do marketing, em que havia a difusão massiva dos produtos e serviços. O jornalismo e a mídia permitiam o aumento da visibilidade, para aumentar os consumidores. No ano 2000, as organizações veem necessária as relações públicas estratégicas, porque além do produto, há a marca, a reputação, a confiança e a credibilidade, que são valores intangíveis, responsáveis pela imagem, que valem mais do que o produto, através de estratégias de relacionamento da organização com os públicos estratégicos.
A principal diferença entre o marketing e as relações públicas é que no marketing as ações são a curto prazo, trabalhando com consumidores os produtos e serviços, para aumentar a fatia de mercado, pelo lado econômico. Já as Relações Públicas envolvem ações a longo prazo, num ambiente sócio político institucional, trabalhando com públicos ligados à instituição contratante, através de relacionamentos constantes permanentes. As Relações Públicas são uma diferença estratégica – uma função gerencial única que auxilia a organização a interagir com os públicos estratégicos. É uma função educadora, informando e concientizando os públicos com práticas positivas, levando a mudanças a longo prazo, que requer mobilização e adesão, melhorando onde está-se ruim. O relações-públicas é responsável pela gestão dos relacionamentos, para promover os objetivos saindo do tangível (produto/serviço) ao mercado simbólico, intangível. Faz a diferença através de criação de valor; excelência em comunicação; colaboração (comprometimento / engajamento na organização); princípios da comunicação (comunicar com o foco estratégico eficiência, criatividade e excelência); mensagens consistentes, credibilidade, fortalecimento do network (internacional), demonstrando respeito pelas diversas culturas. Como o papel das Relações Públicas, apontar problemas e ajudar em soluções, e com a imprensa publicar informações, para a sociedade receber notícias corretas e positivas à imagem. O RP faz: analisar os cenários internos e externos da organização; elaborar políticas de comunicação; classificar os públicos estratégicos (stakeholders) por ordem de importância (o alvo>secundários>outros); planejar e implementar programas de comunicação (planejar é economizar); construir relacionamentos; avaliar o resultado dos relacionamentos da organização com os públicos (fazer um informe e entregar mostrando o resultado do investimento). Distingue o RP no mercado de trabalho: assessorar a alta administração sobre assuntos públicos e corporativos; utilizar a pesquisa para identificar percepções e conceitos; participar das tomadas de decisões para administrar as estratégias de comunicação; estabelecer as políticas de comunicação; elaborar o planejamento estratégico de comunicação, numa visão macro. Benefícios em contratar o RP: reduz custos; aumenta a rentabilidade; minimiza conflitos; proteje riscos e crises; veicula valores com a reputação, tornando palpável os valores intangíveis. Do ambiente estável ao vulnerável, o RP varia de papel. Necessitando somente do técnico, o RP é tático, operativo e executor; o gerencial planeja o processo de comunicação; o RP estratégico é o empoderado. Sobre as políticas de comunicação, o departamento de comunicação é uma das formas para legitimar as RP, através da criação das políticas. Tratam-se de diretrizes, normas, princípios norteadores das ações a serem planejadas. Define o espaço e verbas da comunicação, como esta sendo um processo. Um item pode ser “todos os contatos com os meios de comunicação devem ser feitos pelo RP”. Ou, decisões sobre o uso de logomarca, eventos, comunidade, divulgados através de um manual ( o que é o departamento, o que faz, quais são as políticas – funções).
Enfim, o relações-públicas precisa convencer a alta administração sore a importância da comunicação através da “evangelização”. Também, legitimar as RP com formação, visão de mundo (informação), educação continuada (idiomas e cursos), pesquisa. A pesquisa gera informações, e em RP, novos conhecimentos. Em suma, a comunicação é um processo contínuo e permanente – função de meio. A sustentabilidade das Relações Públicas são a legitimação do trabalho, como pró-ativo, transparente, ético, engajado com objetivos institucionais. “RP resolve problemas”.

Fonte: http://anneellisabete.wordpress.com/2010/10/29/por-que-relacoes-publicas/ às 20:20 - 06/11/2010

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A FIFA e seus Relações Públicas


A Fifa (maior entidade do futebol), cobrada para fazer mais projetos beneficentes em países considerados pobres, aproveitou a realização da última Copa do Mundo para pôr em prática um projeto envolvendo seus RPs.

Em Alexandra, uma favela considerada barra-pesada de Johannesburgo, África do Sul, foi escolhida pela Fifa para o lançamento de sua principal iniciativa de relações públicas durante a Copa, o "Football for Hope" (futebol pela esperança).

Num campinho de futebol, próximo a ruas com barracos, pobreza, a entidade anunciou um torneio que reuniu jovens de vários países, agrupados em 32 seleções. O torneio foi realizado entre os dias 4 e 10 de julho, véspera da final da Copa de 2010.

Neste ano, a Fifa se mostrou mais preocupada em deixar um legado social, para rebater às críticas que recebeu durante o maior evento do futebol.

A principal crítica estava relacionada com o preço dos ingressos, altos demais para a maioria dos sul-africanos. Teve também muita insatisfação quanto à obsessão por proteger as marcas dos patrocinadores da Copa, que afastou milhares de vendedores ambulantes das proximidades dos estádios.
Alexandra não foi escolhida à toa. Com 500 mil habitantes espremidos em 8 km2, registra altos índices de desemprego e criminalidade. A região assusta a elite de Johannesburgo sobretudo por estar colada a uma área nobre da cidade, Sandton.

As regras e as montagens das equipes foram feitas de forma que conseguissem uma inclusão e mensagem de paz. Um time contou com jovens de Israel e Palestina, outro de Bósnia e Sérvia, que estiveram em guerra nos anos 90.

A equipe da Austrália teve filhos de imigrantes (a xenofobia é um problema crescente no país). Uma equipe mesclada com adolescentes de Santana do Parnaíba (SP) e do Maranhão representou o Brasil no campeonato.

Foram jogos no estilo de futebol de cinco, com 12 minutos de duração. Contando reservas, cada delegação podia contar com oito atletas, metade de cada sexo. Para incentivar o espírito que os RPs pretendiam, não houve a participação de árbitros, com isso, as decisões eram tomadas de formas amigáveis e de bom senso .

A Fifa investiu US$ 4 milhões no torneio. Outras iniciativas de relações públicas da entidade foram feitas no país, como a construção de 52 campos de futebol com grama artificial em áreas carentes.

O RP no Esporte

Pra quem não sabia, o profissional de relações públicas pode atuar em várias áreas, em vários setores, e um deles pode ser também no esporte.

Em alguns clubes de futebol por exemplo, sua função é a de relacionar, aproximar a torcida com o clube.

O Relações Públicas possui um canal de comunicação com a torcida e existem ações já pré-estabelecidas. Ele pode coletar a opinião dos torcedores a respeito do clube, que vai desde a estrutura do estacionamento, dicas de jogadores para certas posições no time, opinião sobre quem são os jogadores favoritos, até mensagens de incentivo para os próximos jogos. Além disso, o RP pode escolher ações promocionais para a torcida, como entradas grátis nos estádios e sessão de autógrafos. Há também parcerias com os patrocinadores, envolvendo seus produtos; esse tipo ação acaba beneficiando outro público de interesse do clube.
O Departamento de Marketing, por sua vez, cuida da parte de patrocínios e do uniforme, além de escolher e criar produtos do time que irão ser comercializados com seus valores referentes. Também gerencia merchandising das placas no estádio, negociando locais e valores com os patrocinadores.


Comentário Mozaico: essa matéria mostra mais uma das muitas áreas que um RP pode atuar. 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

HP contrata Relações Públicas para lidar com escândalo de assédio sexual

Fonte: Jornal "O Globo", 11/08/2010

Esta matéria mostra a importância da atuação de um RP no gerenciamento de crises. Vale a pena conferir!

SÃO FRANCISCO - Um especialista em relações públicas convenceu a Hewlett-Packard (HP) de que a empresa enfrentaria meses de humilhação se as acusações de assédio sexual contra seu ex-diretor-executivo Mark Hurd viessem a público. Ele chegou a fazer um jornal fictício para mostrar o que aconteceria se a história vazasse e aconselhou a empresa a ser transparente, citando exemplos como o golfista Tiger Woods e afirmando que apenas 20% dos executivos resistem ao tipo de alegação feita contra Hurd.

Apesar de seguir as recomendações, a HP não escapou da fogueira pública. Alguns acham que a reação da empresa foi exagerada; outros, que a HP agiu de forma admirável.
"O que as alegações de fraude revelam é o conselho da HP se agarrando desesperadamente a uma bobagem na tentativa de explicar publicamente o inexplicável: como uma alegação falsa de assédio sexual e alguns pequenos erros no registro de despesas levaram à perda de um dos melhores e mais respeitados líderes do Vale do Silício", disse Lawrence J. Ellison, diretor-executivo da Oracle e amigo de Hurd, em e-mail enviado ao jornal americano "The New York Times".

Já Jeffrey A. Sonnenfeld, especialista em governança corporativa, disse que os diretores da HP merecem crédito:
- Eles tomaram uma decisão corajosa - afirmou, mencionando que a maioria das empresas colocaria os erros nos relatórios em uma área cinzenta e arrumaria um jeito de manter o bem-sucedido diretor-executivo no cargo.